Bom dia Jorge, restante malta do Porto e não só!
Fico feliz por ver que já há grande avanços na construção dos módulos por aí.
No que diz respeito à cercea, é uma peça de plástico que encaixa nos carris, neste caso, sobre os 4 carris, correspondentes às duas vias, garantindo que o entre-eixo é compatível.
Disse compatível, porque não há pior constatação quando se pertende ligar a um módulo vizinho e a referida distância não é igual, impossiblitando a sua ligação ao nível dos carris entre ambos. Como disse a figura dessa cercea veio numa resvista Maquetren, que posso tentar descobrir e colocar a respectiva figura aqui, porém o desejável seria usar o original, por causa de possiveis distorções.
Vejo que as laterais ainda não têm os ditos furos.
Quanto ao pés, ainda não tinha falado dos mesmos, mas não há necessidade de ter mais de 2 pés, os quais ficam ao centro. Mas são capaz de questionar como se equlibrará o mesmo. Bem se estiver sózinho não se equilibra, mas se estiver ligado a outro o dois equilibram-se entre si. Dai a importância da ligação pelos parafusos. Isto evita terem tantos pés que no transporte é algo a ter a conta.
Bom, vou tentar encontrar fotos que ilustrem esta situação.
No que se refere ao sistema digital, eu também tinha o da Roco. Porém o mesmo não tem a versatibilidade do da Uhlenbrock, por via da rede loconet para exposições com a dimensão dos encontros de módulos Maquetren (cerca de 100 metros de extensão).
Num encontro de módulos, o controlo da circulação (comboios) é feito por zonas. Assim a partir de um certo ponto o comboio passa a ser controlado pelo "vizinho", que naturalemnte deve ter conhecimento do respectivo cv1. Ao digitar esse CV1, o comando da Uhlenbrock vai controlo o mesmo a partir da velocidade em que vinha e não outra, porque n~ºao tem um zero fixo. Porém há mais aspectos, como a existência de mais acessórios.
Isso não significa que o sistema(s) da Roco não sejam bons, mas para coisas pequenas e em casa.
Cumprimentos,
Marcos Conceição