João:
Se já tem o maior feito, verá que afinal até teve a sua piada ir ultrapassando os diversos desafios e dificuldades que surgem a cada passo da construção de uma maquete.
Na minha, em que cometi o erro de a fazer quase inteiriça, em vez de módulos, e uma vez que não me ajeito com electricidade , optei por aplicar á operação, a mesma filosofia da maquete:
Tudo extremamente rural, pouco casario, tudo muito árido, apenas com verdura esporádica e penedos feitos com recurso a pequenas pirites trazidas de Alkjustrel, e que imitam bem o xisto acastanhado e esverdeado (do cobre), estações e apeadeiros muito simples e apenas o depósito das loc. mais sofisticado, e grande.
E uma estação maior e com mais linhas para estacionar algum do material circulante.
Nos desvios, optei pelo barato e desafiante, já que a maioria dos desvios mais usados estão nas extremas do espaço: agulhas manuais, o que me faz andar sempre à volta da coisa, quando faço manobras, triagens, e uma ou outra circulação.
E relativamente ao que os colegas atrás disseram, não lhe posso oferecer a maquete, e já tem o Sérgio e outros para o irem ajudando, mas sempre que queira uma ajuda ou contributo, diga.
Só tenho material "diesel", nada de pantógrafos, e é tudo RENFE, menos uma 1320 da CP. Material rebocado, Transfesa, Renfe, e etc.
Como durante um tempo, descarrilei nas compras, agora tenho algum material a mais do que aquele que cabe lá, e por isso de vez em quando faço rotação de material. Vou agora receber duas 333 que me faltavam, e uma 319 infra-estructuras para substituir uma outra que teve um pequeno acidente, e que está agora verdadeiramente encostada e dadora de peças para alguma 319 que necessite.
Qualquer coisa, pergunte sempre.
-- 13-09 03:47 --
Concurso publico ou adjudicação directa?
É que a 1ª não vi publicada.
Se foi a 2ª então é uma tremenda violação à lei.
José: Acho que o Cunha publicou no Liberación, e por isso, o Zé não viu, que anda só a ler o Avante!, e a ver os noticiários das 6ª feiras na TVI
