Fotos de locais restritos

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Carlos Loução
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... e, se calhar, é preciso relembrar toda a questão originada pelas fotos das 4700 ainda em montagem no GOE.
Nuno Morão Escreveu:Na verdade, só dá mais vontade de desrespeitar. :uwi:
Ai meu Deus, somos tão púdicos :roll:
Nuno Morão Escreveu:Acalma-te, Carlos, que o poder só é bonito se servir para melhorar a vida às pessoas que o não têm. :)
Nuno, vais-me desculpar, mas não creio que sejas a pessoa indicada para me dares sermões sobre esta questão :)

Para mim, este assunto está morto e encerrado - disse o que tinha a dizer e fá-lo-ia exactamente da mesma maneira se voltasse a acontecer. A partir de agora, as minhas participações, aqui, serão apenas sobre o assunto do tópico.
JOSE PEDROSA
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Acredito que sim Ricardo Mota, mas, neste caso, parece-me que a aplicação de qualquer castigo ao maquinista, implicaria a utilização de outros meios de prova. Não lhe parece que não é imediata a identificação do comboio de onde foi tirada a fotografia? Mais, se o maquinista recorresse do castigo que lhe fosse aplicado, exigindo provas de que a fotografia foi mesmo tirada da cabine do "seu" comboio, quem suportaria os encargos que isso iria implicar? Certamente que não seria a CP, mas, sim, o inspector. Penso que para aplicar um castigo é necessário ter a garantia (ou pelo menos devia ser) de que se pode provar, sem dificuldades, a infracção cometida. Aplicar castigos sem se ter a certeza de se poder facilmente provar a infracção, parece-me um pouco arriscado.

-- 28-09 18:24 --
Rodolfo Dias Escreveu:Temos métodos de proceder diferentes. No entanto, não estou a pensar mudar o meu - e, caso volte a acontecer, irei agir da mesma maneira. Quem tiver problemas com isso, sabe o que tem a fazer.
Acredito que se fosse professor, rapidamente pensaria em mudar, ou, pelo menos, os alunos se encarregariam de o obrigar a mudar. Sugiro-lhe que não se meta nos assuntos sobre os quais não sabe o que está a dizer.
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Ricardo Mota
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JOSE PEDROSA Escreveu:Acredito que sim Ricardo Mota, mas, neste caso, parece-me que a aplicação de qualquer castigo ao maquinista, implicaria a utilização de outros meios de prova. Não lhe parece que não é imediata a identificação do comboio de onde foi tirada a fotografia? Mais, se o maquinista recorresse do castigo que lhe fosse aplicado, exigindo provas de que a fotografia foi mesmo tirada da cabine do "seu" comboio, quem suportaria os encargos que isso iria implicar? Certamente que não seria a CP, mas, sim, o inspector. Penso que para aplicar um castigo é necessário ter a garantia (ou pelo menos devia ser) de que se pode provar, sem dificuldades, a infracção cometida. Aplicar castigos sem se ter a certeza de se poder facilmente provar a infracção, parece-me um pouco arriscado.
Sim,concordo com tudo isso,mas de facto o homem recebeu um castigo...
Até,porque,na legenda da foto vinha tudo ao pormenor,ou seja,nº do comboio,data...e demais informações.
"Whatever does not kill me...Makes me stronger"
Ricardo Mota Pictures
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JOSE PEDROSA
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Mas essa informação era em relação ao comboio fotografado, não em relação ao comboio onde o fotógrafo ia. É evidente que bastará consultar os registos sobre a circulação de comboios para determinar qual o comboio que se cruzou com o outro àquela hora, mas não sei se o acesso a essa informação será assim tão fácil por parte de qualquer inspector. A simples consulta dos horários não me parece que chegue, pois os comboios poderiam circular atrasados.
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Carlos Loução
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Se o inspector estiver p'raí virado, ele move mundos e fundos para punir o maquinista prevadicador.
Azaroteu
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ta visto que amanha irei postar o modo a como a empresa pode sancionar e sem muita conversa

Sugiro apenas que não divulguem quem como e quando
Oponopono
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JOSE PEDROSA Escreveu:Mas essa informação era em relação ao comboio fotografado, não em relação ao comboio onde o fotógrafo ia. É evidente que bastará consultar os registos sobre a circulação de comboios para determinar qual o comboio que se cruzou com o outro àquela hora, mas não sei se o acesso a essa informação será assim tão fácil por parte de qualquer inspector. A simples consulta dos horários não me parece que chegue, pois os comboios poderiam circular atrasados.
É muito fácil José Pedrosa e tanto pode fazer um inspector sozinho como pedir informação ao CCO.

Sozinho, basta-lhe ter o relatório diário, ver o atraso dos dois comboios e onde se cruzaram. Pedindo informação ao CCO é mais fácil ainda dado ser simplesmente pedir as horas de passagem do comboio fotografado na estação anterior ao local da fotografia e pedir as horas dos comboios que passaram na colateral na mesma altura. É algo que se faz por telefone e, se necessário, formaliza-se posteriormente por escrito.
JOSE PEDROSA
Participante
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Registado: 01 Jan 2009, 16:09

Não disse que era difícil. Julguei apenas que os registos do CCO seriam um pouco mais confidenciais. Afinal pode fornecer livremente as informações.
Oponopono
Participante
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Registado: 30 Dez 2008, 18:59

JOSE PEDROSA Escreveu:Não disse que era difícil. Julguei apenas que os registos do CCO seriam um pouco mais confidenciais. Afinal pode fornecer livremente as informações.
Sim e é algo dentro do âmbito das funções do CCO e a própria CP tem as suas estruturas de acompanhamento do tráfego.

O Relatório Diário que mencionei, por exemplo, é distribuído diariamente a todos os órgãos interessados dos operadores e tem multiplas funções, desde a análise pelos operadores das causas dos atrasos para poderem atribui-las e valora-las correctamente até algo tão prosaico como confirmar os motivos que deram atraso a um comboio sobre o qual há pedidos de reembolso apresentados pelos clientes.
arnaldo maia
Participante
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Registado: 30 Dez 2009, 17:07
Localização: lobao-feira

Sobre este caso,nada sei de concreto.Tenho algumas fotos em cabines,que nunca divulguei por precauçao.Uma vez pedi para visitar uma cab.do TGV e quando se aperceberam que tinha uma maq.fot.ate se ofereceram para me fazer uma foto aos comandos,tudo isto sem qualquer secretismo.Culturas empresariais diferentes...De qualquer das formas o meu profundo agradecimento aos maqs.que com toda a simpatia permitiram a visita ao seu posto de trabalho.
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